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Deputado Artagão Júnior discute unificação das eleições no Brasil em reunião da Diretoria da Unale

03/12/2012 08:59:00

O deputado Artagão Júnior participou nesta segunda-feira (3), em Brasília, da IV Reunião Ordinária da Diretoria Executiva da Unale (União Nacional de Legisladores e Legislativos Estaduais). Na reunião, foi discutida a unificação das...
O deputado Artagão Júnior participou nesta segunda-feira (3), em Brasília, da IV Reunião Ordinária da Diretoria Executiva da Unale (União Nacional de Legisladores e Legislativos Estaduais). Na reunião, foi discutida a unificação das eleições no Brasil. O deputado Artagão Júnior, 1º vice-presidente da entidade, e os demais membros trabalham em uma frente que visa mobilizar os deputados federais pela aprovação de Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que estabelece eleições simultâneas – majoritárias e proporcionais – em todas as esferas.  Benefícios De dois em dois anos, o Brasil gasta cerca de R$ 1 bilhão com a realização de eleições. De acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a União gastou R$ 395 milhões nas últimas eleições, com investimentos em equipamentos, transporte de urnas, impressão de cadastro de eleitores e relatórios de votação e alimentação para mesários e presença das forças armadas em 401 cidades. A este valor, somam-se mais R$ 606 milhões de prejuízos aos cofres públicos com a isenção de impostos concedida às emissoras de rádio e TV que transmitiram o horário eleitoral, de acordo com estimativa do site Contas Abertas. No total, em 2012, o país gastou pouco mais de R$1 bilhão para realizar as eleições.  Â“A unificação só trará benefícios. O eleitor votará em único dia para vereador até para presidente da República. Os candidatos, ao serem eleitos, cumprirão o mandato até o final, sem sair no meio da sua gestão para concorrer a outro pleito, como deputados que deixam o mandato para disputar prefeituras e vice-versa. E ainda, a gestão passa a ser mais eficaz. Hoje os prefeitos e vereadores têm que dividir os seus mandatos com dois governadores e dois presidentes da República, em caso de não reeleição. Isso prejudica a gestão. O prefeito, por exemplo, se adapta aos programas de governo e, devido à nova eleição, tudo pode mudar e prejudicar todo um trabalho que já estava engrenado. Com a unificação, a economia ganha, a sociedade ganha”, argumenta o deputado Artagão Júnior. 
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